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domingo

Solstício de Verão 2012 com Movimento SerCascais e Academia de Letras e Artes




Numa iniciativa conjunta do Movimento SerCascais e da ALA, coordenada por Paulo Machado de Jesus e João Aníbal Henriques, mais de 100 intrépidos Cascalenses subiram a Encosta de São Saturnino em direcção à Ermida de Nossa Senhora da Peninha, na Serra de Sintra, em Cascais, num passeio ierretível através dos mitos e dos arquétipos essenciais da Humanidade.

A iniciativa, que juntou a comemoração do Solstício de Verão de 2012 com um passeio pedestre inesquecível através dos recantos mais extraordinários do Parque Natural de Sintra Cascais, transportou os participantes através dos tenpos e das eras, num processo de recuo no tempo na ordem dos milhares de anos, para partilharem um das mais impactantes vistas do Concelho de Cascais.











segunda-feira

Capotira - Romance de Roberto C.P. Júnior





As marcas perenes do destino são as principais linhas que dão forma ao mais recente romance da autoria de Roberto C.P. Júnior.

Intitulado “Capotira” o novo livro que agora é apresentado, situa-se no alvorecer do Século XIX e traduz de forma exímia a relação entre a fidalguia Portuguesa chegada ao Brasil num momento difícil da História da nação, e os índios Brasileiros. A troca de culturas, assente em saberes ancestrais que o próprio destino se encarrega de fomentar, dá origem a uma sociedade diferente, única e irrepetível, na qual o mundo das evidências e das reflexões assume papel principal.

Como diz Caroline Derschner, que prefaciou esta obra, “na época que precedeu a sucessiva predominância do homem dito civilizado sobre a nação indígena brasileira, aqui ricamente detalhada, as raízes de alguns dos nossos costumes e crenças mais remotos vêm à tona e, pelo olhar acurado do escritor e pesquisador Roberto C.P. Júnior, nos deixam uma pergunta no ar: quais fenómenos são capazes de reger a vida dos homens, orquestrando as trilhas pelas quais todos caminhamos, não importando de maneira nenhuma a época, etnia raça ou grupo social em que nos encontramos?”…

O autor, Roberto C.P. Júnior é investigador e escritor com uma vasta obra publicada. É também académico da ALA – Academia de Letras e Artes.

Uma obra a não perder!

quinta-feira

O "Caos Urbano" por António de Sousa Lara





Com o País envolto numa crise profunda e com consequências imprevisíveis, assume especial importância a publicação do livro “Caos Urbano”, com coordenação do Presidente da ALA, Professor Doutor António de Sousa Lara, cuja apresentação decorreu no IESM – Instituto e Estudos Superiores Militares.

Dando conta dos factores de turbulência e instabilidade que surgem associados aos cenários de crise, esta obra analisa de forma exaustiva diversos casos que têm afectado as sociedades contemporâneas, apontando pistas que permitem interpretar, compreender e lidar com a situação difícil que Portugal atravessa.

Esta obra colectiva que contou com o prefácio do General Pinto Ramalho, teve ainda a participação de Carlos Carreira, Heitor Romana, José Antunes Fernandes, Pedro Clemente, Pedro Ferreira da Silva, Rogério Jóia e Teresa Almeida e Silva.

Mais do que um estudo, este livro traz-nos as pistas que se afiguram essenciais para responder aos novos desafios que o futuro se prepara para nos trazer.





segunda-feira

Mónica de Morais Inagura "Tempo" na Galeria da ALA no Monte Estoril





Foi em tons marcados pelas cores envolventes que caracterizam a obra da pintora, que a ALA inaugurou na sua galeria no Monte Estoril a exposição de pintura e gravura intitulada “Tempo” de Mónica de Morais.

Recriando um universo onde a sua marca pessoal se afirma de forma inexorável, Mónica de Morais utiliza a tela como suporte para um exercício marcante e inesquecível que transborda de realismo e emotividade.

A exposição agora inaugurada, na qual o tempo se confunde com os tempos através de pontes que relacionam as vidas que a pintora ali colocou, representa uma oportunidade única de conhecer e perceber uma das mais impactantes artistas plásticas da Portugalidade.

A exposição estará patente até final de Janeiro, todos os dias entre as 14h00 e as 1800. A não perder.








«Mónica de Morais não deixa que lhe imponham o que pinta, nem sequer pretende corresponder a modas efémeras ou a interesses específicos, limita-se a cursar um roteiro feito de busca plástica onde não só a temática é relevante, como o são, também, as várias técnicas ensaiadas, onde a Pintura não é a única arte maior, sendo sabiamente acolitada pela Gravura»

Paulo Morais-Alexandre

quinta-feira

O Sonho da Eternidade em Luís Athouguia




Na obra de Luís Athouguia cruzam-se formas – quase disformes – e cores, marcando fronteiras entre os espaços que vão compondo os cenários fictícios que ele vai imaginando.

Normalmente os seus quadros estão vazios. Não mostram caminhos, nem facultam direcções que nos permitam seguir viagem através dos terrenos bem cartografados onde nos parece que é seguro caminhar. Deixam escapar uns laivos de orientação, à laia de engodo para nos prender a atenção e nos fazer olhar ou… ver.

As suas obras, serpenteando de forma imprecisa através dos trilhos que cruzam e recruzam o Mundo não podem ser descodificadas. Mantêm-se presas àqueles laivos mais pressentidos do que sentidos que formam o cenário dos sonhos. Ali, numa matéria de tal maneira ancestral que deixa transparecer os aromas sublimes dos tempos em que nasceram os nossos primeiros avós, perdemo-nos sempre, deleitando-nos com o prazer sem igual de percebermos que só dessa maneira podemos reencontrar o rumo certo.

É difícil, senão impossível, descrever com exactidão a pintura de Luís Athouguia. Em primeiro lugar porque ele subverte por completo a lógica, o raciocínio e o pensamento da gens humana. Depois, porque ao distorcer a sua origem, nos impele em navegações que ultrapassam largamente as fronteiras do real, obrigando-nos a entrar em campos nos quais a matéria já não importa e onde os aromas, as cores e as formas mais não são do que ilusões efémeras que deixam para trás a realidade mais palpável.

A maior parte dos artistas são génios. São-no porque interiorizam a capacidade quase esquizofrénica que traduzir na tela ou no papel a nossa própria perspectiva acerca do Mundo real. Fazem-no com mestria e, quando de grandes mestres tratamos, sentimos que consagram numa só obra toda a multiplicidade de universos que carregam consigo todos os que os com eles se vão deslumbrando.

Com Luís Athouguia é tudo ainda mais transcendente, superando de forma exponencial o substrato místico que na arte prevalece. A sua obra, transbordando sensibilidade onírica, aprofunda de forma inquietante os princípios mais singelos que dão forma à existência e ao quotidiano. Ao contrário dos outros, que oferecem uma eternidade fictícia que tolda a noção que temos da inultrapassável efemeridade da vida Humana, Athouguia sublinha esse carácter visceral do dia-a-dia e consagra nas suas obras o cunho imediatista, finito e frágil que nos envolve a todos por igual.

Não existem meias-palavras na obra de Luís Athouguia. Nem palavras sequer. As linhas e as cores, transfiguradas em painéis que não esbatem o universo maravilhoso em que estamos mas que aguçam os pensamentos perdidos no meio dos nossos sonhos, são pontes efectivas que nos transportam até à verdadeira eternidade. Não aquela eternidade ilusória em que o fim não existe e em que os tempos se vão esticando até mais não… ele vai ao princípio, à matéria primordial, e é ali, naquele cadinho da alma, que encontra a verdade suprema e a totalidade do que não pode ser concebido…

É preciso coragem para literalmente podermos mergulhar na obra dele. É fundamental que o façamos num estado de liberdade absoluto que geralmente só encontramos quando conciliamos o sono com o sonho e nos libertamos das amarras do real. Só assim podemos conceber e sentir os universos alternativos que os seus quadros nos trazem. É com essa forma subliminar, livres e atrozmente perdidos, que podemos conceber os caminhos novos que a sua obra nos propõe.

Só dessa maneira, assumindo o carácter transitório do presente em que respiramos, o fechar dos ciclos passados em que suspirámos e antevendo alquimicamente as formas novas a que o futuro nos irá conduzir, podemos inverter as premissas do tempo e tornar-nos irresistivelmente imortais.

É isso que nos oferece Luís Athouguia. A eternidade de onde viemos, onde estamos e onde ficaremos sempre.

Mesmo que sejamos incapazes de o perceber!

sexta-feira

Apresentação do Romance "Mãe Preta" de Celeste Cortez na ALA - Academia de letras e Artes



Decorreu ontem, na sede da ALA, no Monte Estoril, a cerimónia pública de lançamento do livro “Mãe Preta”, o segundo romance da autoria da escritora e académica Celeste Cortez.

A apresentação, feita pelo Comendador Joaquim Baraona, Vice-Presidente da ALA, sublinhou o vínculo forte que a obra apresenta relativamente à presença Portuguesa em África, bem como o apelo permanente ao Amor no seu sentido mais puro e fugaz que, sendo de primeira importância para o sustento da humanidade, tanto vai faltando nos dias que correm. Para além destes e doutros aspectos importantes para a compreensão da obra, Joaquim Baraona descreveu ainda a importância deste “Mãe Preta” para a interpretação de alguns dos mais significativos episódios da História de Portugal, com especial relevo para aqueles que acompanharam o relacionamento entre o País e as suas antigas Províncias Ultramarinas.

Antes do encerramento da sessão o dizedor de poesia Jorge Viegas declamou ainda um poema da autoria de Celeste Cortez que antecedeu a apresentação de um filme sobre África contextualizando a obra agora apresentada.





segunda-feira

Academia de Letras e Artes Comemora Portugal em Ourique


No próximo dia 6 de Outubro, com o intuito de promover a Portugalidade e de contribuir para a consolidação da nossa Identidade Nacional, vai a ALA – Academia de Letras e Artes desenvolver um conjunto de iniciativas culturais no município Alentejano de Ourique.

Esta data, que simultaneamente comemora o 868º aniversário de Portugal, assenta na assinatura do Tratado de Zamora em 1143, e será marcada pela inauguração da exposição “Intempérie dos Sonhos” do pintor Luís Athouguia e pela apresentação pública do livro “Os Guerreiros da Comarca de Ourique” da autoria de Luís Soveral Varella.

Na primeira, o pintor Luís Athouguia propõe-nos a partilha da sua mundividência e da sua concepção estética do cosmos, apresentada e fragmentada em cada obra, trazendo a campo essa inaudita possibilidade de gerar um sistema simbólico próprio, e promovendo junto do observador a capacidade de desenvolver por si próprio uma teia de conexões entre os diversos elementos simbólicos pertencentes a um mesmo alfabeto pictórico (sistema) relativamente decifrável. Por toda a sua obra perpassa, em inconfundíveis matizes, um desejo expresso, ou sonho incontido, de liberdade e harmonia, que tem eco em todos nós. No livro, que apresenta uma das mais completas abordagens historiográficas ao devir das comunidades Alentejanas, o autor reitera a necessidade de compreender a forma como se organizaram o espaço e as gentes nas regiões rurais do interior de Portugal, assumindo que esse é o único caminho que torna possível a compreensão contextualizada da dimensão abrangente da História de Portugal.

A decorrer às 18h00 na Biblioteca Jorge Sampaio, na Vila de Ourique, os dois actos consolidam a aposta da ALA na descentralização cultural Portuguesa, dando a conhecer as paisagens, os recantos, os aromas, as estórias e as memórias mais impactantes deste nosso extraordinário Portugal.

"Breve Tratado dos Dias" de Carlos Antero Ferreira




Foi publicamente apresentado o novo livro de poesia “Breve Tratado dos Dias” da autoria do poeta Carlos Antero Ferreira. A cerimónia, presidida por António de Sousa Lara, contou com a apresentação do jornalista Nicolau Santos e a declamação de alguns poemas pelas vozes de Celeste Cortez e Jorge Viegas.

A obra, recriada em torno dos paradigmas mais profundos de um espírito grande e empreendedor como só Antero Ferreira consegue ter, surpreende a cada vírgula e a cada verso, num exercício de sublimidade que só a maturidade moderna do poeta explica.

Antero Ferreira, homens das letras e das artes com um currículo profissional verdadeiramente extraordinário, mantém neste livro uma dinâmica intervencionista que parece não ser a de um homem que carrega consigo uma vida inteira de projectos concretizados e de conquistas que Portugal tarda em reconhecer. Mas, por outro lado, deixa antever uma enorme capacidade com muito para explorar ainda, no campo das mais modernas e actuais linhas de pensamento, mostrando que a idade, conjugada com a sabedoria de sempre, conduziu o poeta através de portas ainda vedadas à maior parte dos seres viventes.

Foi com a capacidade de ser rir de si próprio, numa postura erudita e simultaneamente bem-disposta, que Carlos Antero Ferreira brindou a assistência que esteve no Estoril para este lançamento. E ninguém saiu defraudado da mesma. Surpresa, erudição e genialidade, cruzaram-se nestas páginas e àquela mesa onde a beleza e a vida assumem o caminho felizmente longo que o autor ainda vai percorrer.




Prémio Internacional de Excelência Académica para a ALA - Academia de Letras e Artes





O Governo de Espanha, por intermédio do Ministério del Interior, galardoou a ALA – Academia de Letras e Artes com sede no Monte Estoril, Cascais, com o Prémio Internacional de Excelência Académica.

O galardão, que pretende distinguir “as pessoas e/ou instituições que contribuam para a criação e consolidação de padrões de desenvolvimento cultural e da identidade dos povos”, foi atribuído ao longo dos últimos anos “en campos das artes, ciências, letras, humanidades, ciências experimentales” às maiores e mais conceituadas universidades, institutos e academias do Mundo.

Para António de Sousa Lara, Presidente da ALA – Academia de Letras e Artes, este prémio representa “o reconhecimento mundial do papel que a nossa academia tem vindo a desempenhar na promoção da cultura Portuguesa e da Identidade Nacional”. Segundo o Presidente da Academia, “a atribuição desta galardão à ALA é também um tributo ao carácter ecuménico, abrangente, aberto e humanista que sempre tem caracterizado a intervenção de Portugal no Mundo e, desta forma, o assumir de que o nosso País, contrariamente ao que por vezes se ouve dizer, possui uma importância fulcral na definição dos paradigmas culturais que hão-de dar forma à nova Europa”.

A ALA – Academia de Letras e Artes, é uma instituição de carácter particular e sem fins lucrativos com sede no Monte Estoril (Concelho de Cascais), que tem como objectivos estatutários o estudo, desenvolvimento e promoção da cultura Portuguesa.


sexta-feira

Serão de Poesia da Academia de Letras e Artes





Decorreu ontem, na sede da ALA – Academia de Letras e Artes, no Monte Estoril, o primeiro “Serão de Poesia” com a marca de Cascais, organizado e coordenado pela académica e escritora Celeste Cortez e apresentado pelo académico António Pinto Ferreira.

Neste importante evento cultural, que reuniu em Cascais várias dezenas de participantes numa noite de tertúlia pejada de emoção, foram apresentados poemas de Fernando Pessoa, Fernando Tavares Rodrigues, José Régio, Jorge de Sena, Camilo Pessanha, Fernanda de Castro, Rui de Noronha, Jorge Rebelo, Manuel Alegre, Alda Lara e Noémia de Sousa.

Os declamadores e dizedores de poesia, que encantaram os muitos participantes com as brilhantes e sentidas apresentações de alguns dos mais emblemáticos poetas de língua Portuguesa foram Celeste Cortez, Joaquim Evónio, Julião Bernardes, Jorge Viegas, Elsa de Noronha, Delmar Maia Gonçalves e Vera Novo Fornelos.








Luís Athouguia Representa Portugal em Albacete





O pintor Luís Athouguia, membro da Direcção da ALA – Academia de Letras e Artes, vai representar Portugal na conceituada exposição “A Que Chamamos Paz”, que se realizará no Museu de Albacete em Espanha.

Esta importante mostra, organizada pelo Grupo Internacional de Artistas Colectivo Cillero, pretende inter-relacionar diversas disciplinas artísticas representadas por criadores de nacionalidades distintas à volta do conceito da arte e no âmbito da Paz. Representa plasticamente um conceito pelo qual se concretiza uma realidade comum, próxima de todos e cada um dos artistas, com a convicção de que as suas acções criadoras proporcionam uma reflexão sobre o tema que se manifesta nas suas obras.

O Colectivo Cillero, conta com 12 anos de actividade artística. É formado actualmente por artistas de Espanha, Holanda, Itália, Alemanha, Portugal, Croácia e França. Os seus membros, além de cidadãos residentes na Europa, identificam-se plenamente com o que este continente representou e representa no terreno da cultura e da arte para todo o mundo. Realizaram recentemente exposições em Madrid, Toledo e Hellin, Espanha, em Baignes, França, na Covilhã e Sintra, em Portugal, em Bad Neustadt, Alemanha, e manifestam-se agora em Albacete e terminarão o ano com uma exposição na prestigiada Fundação FRAX em Alicante.

Assumindo-se como uma comunidade de valores, o Colectivo Cillero apela à prática da tolerância, da participação e da solidariedade. Frente aos argumentos do poder e das armas para impor a paz, consideram que a responsabilidade do comportamento de cada cidadão como indivíduo livre e soberano capacitado para desenvolver o seu próprio critério, dentro do respeito pela sociedade, e entendem que o verdadeiro projecto de construção da paz não pode sustentar-se sem a assumpção pessoal de valores, o que não é socialmente possível sem uma cultura e uma educação cimentada na solidariedade para construir relações de utilidade e justiça entre os cidadãos.

Ao representar Portugal neste certame, Luís Athouguia transporta consigo os valores primordiais da Portugalidade, reforçando o papel que o nosso País pode e deve representar na recriação de uma Europa baseada naqueles que são os princípios essenciais de respeito pela diferença e de apelo à liberdade.



ALA - Academia de Letras e Artes Inaugura VII Exposição Colectiva de Pintura







António Lara, Bernardino Gonçalves Moreira, Cristina Paiva Raposo, Dário Vidal, Fernando de Sousa Brito, Filipa Alberti, Filipa Pinto Basto, Luís Athouguia, Marcello de Moraes, Maria Raquel Henriques, Nela Vicente, Rolendis Solá Albuquerque, Teresa Capucho e Conde de Guedes são os artistas que participaram na VII Exposição Colectiva da ALA – Academia de Letras e Artes ontem inaugurada no Monte Estoril.

A mostra, assente numa abordagem eclética mas sentida aos principais valores estéticos que dão forma à Portugalidade, representa uma abordagem alternativa às linhas mestras que da cultura Portuguesa da actualidade.

Aberta ao público todos os dias das 15h00 às 18h00, a exposição estará patente até final deste mês de Abril, na Avenida da Castelhana, nº 13, no Monte Estoril.