quinta-feira

Ventos Novos, Novas Águas e Novos Tempos em Cascais




SerCascais é Alma, Sangue e Vida. Caminhos novos de um mar inesquecível, cruzados através de memórias que se perpectuam no tempo! Porque se aproximam os tempos da mudança... Isabel Magalhães, líder do Movimento SerCascais e candidata independente à presidência da Câmara Municipal de Cascais, esteve com os seus apoiantes a bordo do Leão Holandês para partilhar as ideias e os projectos que vão dar forma ao futuro da NOSSA TERRA! Porque vale a pena SerCascais!




















segunda-feira

Hino do Movimento SerCascais!



Voz: Deolinda Bernardo

Piódão - Um Segredo Bem Guardado de Portugal



por João Aníbal Henriques

Apesar de não ser muito antiga, a aldeia de Piódão, no Concelho de Arganil, é um dos mais preciosos e extraordinários segredos que esconde Portugal, dando forma a um encantamento que não se alheia da cor escura do xisto, misturado com a brancura da cal e com o azul das portas…

Dedicada a Nossa Senhora da Conceição, padroeira da pequena Igreja Matriz muito branca, construída no Século XVII em estilo neobarroco que contrasta de forma evidente com a cor escura do resto do povoado, a aldeia assume a sua dependência relativamente aos constrangimentos da natureza que a moldaram.

O isolamento extremo em que se encontra, que ainda hoje marca de forma brutal o dia-a-dia de quem ali vive, condicionou de forma evidente a sua História, já que o povoado actual, de origem bastante recente, resultou do abandono, provavelmente devido ao muito calor que se fazia sentir no local original, da antiquíssima aldeia de “Casall de Piódam” onde tudo começou.

Dizem os locais que esse calor que fazia aumentar o número de colónias de formigas o que punha em causa a produção de mel, facto que surge associado à inacessibilidade da aldeia original e que determinou o abandono do povoado inicial e a reinstalação da comunidade no ponto onde hoje a encontramos.

Ligada também à instalação de uma Abadia da Ordem de São Bernardo, Piódão foi local sempre escolhido para refúgio e introspecção, tal como o denota o facto de ter sido ali que se esconderam os assassinos de D. Inês de Castro, que deram origem às mais importantes famílias do local.

Depois do caminho difícil que ali nos leva, é impossível conter uma expressão de admiração quando nos deparamos  com a beleza extraordinária deste recanto encantado de Portugal!














quarta-feira

Fez-se História em Cascais! SerCascais Formaliza Candidatura Independente



O Movimento SerCascais, liderado por Isabel Magalhães, formalizou ontem a sua candidatura independente às eleições Autárquicas que decorrerão em Setembro próximo.

O momento, registado nas fotografias, representa um marco histórico em Cascais.

Pela primeira vez, um grupo de cidadãos independentes conseguiu ultrapassar todas as vicissitudes impostas pelos partidos políticos através da Lei e reunir as muitas condições necessárias para concretizar este desiderato. É importante salientar que, em total desigualdade com aquilo que é pedido aos partidos políticos, uma candidatura independente exige em Cascais a constituição de um processo envolto em burocracia e assente em 4000 assinaturas de munícipes que subscrevam o projecto.

Apesar de tudo, o Movimento SerCascais foi o primeiro a formalizar este acto e a entregar no Tribunal de Cascais cerca de 6000 assinaturas de Cascalenses! Com este acto, a líder do Movimento Independente SerCascais comprova que é possível alterar as regras do jogo imposto pelos partidos e assegurar que o futuro de Cascais é devolvido aos Cascalenses.

No acto formal da entrega do processo de candidatura independente, Isabel Magalhães esteve acompanhada pelo mandatário António Carneiro Pacheco e pelos candidatos às presidências das quatro juntas de freguesia: Cascais/Estoril – João Baraona; Alcabideche – Rui Branquinho; Parede/Carcavelos – Rui Frade Ribeiro; e São Domingos de Rana – António Penaforte Rodrigues. Nesta ocasião tão marcante para a definição do futuro municipal de Cascais, estivarem também muitos munícipes e apoiantes do Movimento SerCascais que, com a sua presença, marcaram de forma muito peremptória a exigência de um futuro diferente para a sua terra. Fez-se História em Cascais.

Veja nestes links as fotografias e o vídeo deste dia especial. Porque vale a pena SerCascais!









quinta-feira

Religiosidade e Sacralidade em Cascais




A vida religiosa de Cascais, profundamente marcada pela dicotomia existente entre um litoral vincado pela actividade piscatória e um interior onde a agricultura se afigura como a principal actividade dos munícipes, caracteriza-se por uma incomparável riqueza em termos patrimoniais e, sobretudo, em termos dos usos e costumes centenários que se mantêm vivos nos arquétipos culturais da população.

A ligação sempre perene que Cascais estabelece com o passado, determinante em algumas das suas mais importantes áreas de intervenção, permite às diferentes gerações que ocuparam este espaço a partilha de rituais e de cultos, os quais se vão misturando, num processo serôdio e complicado, até renasceram numa forma nova, que obriga à criação de estruturas próprias para os abrigar.

Da pré-história até à actualidade, muitos são os vestígios desta ritualidade cascalense, visível não só através dos monumentos e edifícios Cristãos, como também na expressão artística e cultural daqueles que aqui habitam. Em grande parte dos casos, mesmo nas expressões mais recentes dessa religiosidade, é fácil sentir no que hoje se constrói, a marca omnipresente do que já ali havia existido, facto que garante a Cascais uma posição única no vasto emaranhado de cultos e crenças saloias e piscatórias que caracterizam desde sempre a ecuménica e recentemente cosmopolita Península de Lisboa.

Iniciando-se na Vila de Cascais, onde podemos encontrar alguns dos mais representativos exemplares da arquitectura religiosa do Concelho, o presente roteiro sugere uma passagem demorada pelas formulações mais humildes da construção religiosa de bases rurais. A Capela de São Brás, na Areia, construído num espaço muito próximo da Capela de São José, na Quinta da Bicuda, define a sua orientação em função do passado, recriando uma ponte de ligação cultualística que o presente se encarregou de fomentar.

A viagem continua, mantendo em permanência o rumo rural do Concelho, através das antigas aldeias de Murches, Malveira-da-Serra, Manique e Alcoitão, onde o visitante encontra alguns dos exemplares mais interessantes nos quais a arquitectura de base chã se vai misturando com expressões mais eruditas e conservadoras.

A religiosidade de cariz particular, com o culto privado a marcar presença nas vetustas quintas dos grandes produtores de outrora, é caracterizada pela sua permanente abertura à sociedade. De facto, e ao contrário do que é normal acontecer noutras regiões do País, as capelas privadas de Cascais foram sempre espaços de partilha, nos quais a condição social ou a profissão se esbatia em prol de uma mistura na qual a Igreja desempenhava papel fundamental e preponderante.

Antes de terminar, o visitante deverá observar com atenção os importantíssimos exemplares de artes sacra contidos em alguns destes espaços, os quais se combinam com interessantes e milenares lendas populares, nas quais o imaginário cultual de outrora se mistura com a expressão tradicionalista do catolicismo actual.

segunda-feira

RaLF @ Espigão das Ruivas


RaLF no Espigão das Ruivas com João Paulo Sequeira, 
Paulo Medeiros, Catherine Freitas, Ludmila Deineko, Frank Maus, Anastasia Raykova, Irene Zandwijk, Tine Lovendhal, Solenn Alazet, Alexandra Christiansen e João Aníbal Henriques

SerCascais com Sabor a Mar...





Por iniciativa e com organização dos pescadores de Cascais, decorreu ontem, no Bairro dos Pescadores, junto ao centro de Cascais, a noite de convívio com sardinhas e fados do Movimento SerCascais.

Os aromas do mar, misturados com os melhores e mais tradicionais sabores de Cascais, deram o mote para uma noite plena de emoção e repleta de memórias, para as quais contribuiu de forma marcante a magnífica e apoteótica actuação da nossa Deolinda Bernardo.

Dando corpo ao sentimento dos muitos Cascalenses que se associaram à iniciativa, a fadista passou em revista as músicas mais marcantes dos últimos anos, contando com a participação de todos os que lá estiveram. A noite foi ainda melhor com a inesperada e inesquecível actuação do António Cortez que encheu a noite com a sua voz repleta de emoção.

Na sua intervenção de abertura, Isabel Magalhães sublinhou a gratidão transversal de todos os Cascalenses que estiveram presentes, pela dedicação, generosidade e simpatia com a qual os homens do mar prepararam esta noite de festa.

Para a líder do Movimento SerCascais, reconhecer o valor da tradição, assentando-a num plano estratégico global e ponderado com vista ao desenvolvimento do Concelho de Cascais ao longo dos próximos anos, é um imperativo que se impõe, dele dependendo a possibilidade de rentabilizar a nossa vocação turística e de retomar o caminho de crescimento sustentado pela qual todos ansiamos.

O mar, com os seus saberes, as suas técnicas e os seus homens, que tão esquecido tem sido na actual política municipal, faz parte integrante (e desempenha papel principal) naquilo que entendemos e defendemos para o futuro da NOSSA TERRA!

Veja AQUI as Fotografias e AQUI o vídeo deste noite memorável de Cascais.












O Milagre de Cascais no Jornal O Correio da Linha


Reportagem do Jornal "O Correio da Linha" sobre o passeio pedestre nocturno "O Milagre de Cascais" organizado pelo Movimento SerCascais e pela AMUCA - Associação de Moradores das Casas do Adro, em torno do milagre de Nossa Senhora da Conceição da Abóboda. Um passeio guiado por João Aníbal Henriques.



terça-feira

Vender Portugal




por João Aníbal Henriques

Intervencionado por entidades estrangeiras pela terceira vez desde 1974, Portugal atravessa hoje uma das maiores e mais graves crises da sua já longa História. Praticamente 900 anos depois da sua fundação, Portugal é um País sem ânimo, sem perspectivas e sem soberania…

O clima geral de desânimo que se abateu sobre Portugal, marcado pela inexistência de soluções que permitam aos Portugueses perspectivar uma melhoria significativa das suas condições de vida nos anos mais próximos, parece ser o oposto daquele que é propagandeado pelo Governo e pelos partidos políticos de Portugal.

Os primeiros, fingindo um optimismo do qual dependem para poderem sobreviver, vão anunciando medidas pontuais e cosméticas que vão servindo para gerar conversa e discussão, centrando o debate político naquilo que lhes interesse. Os segundos, mais ou menos comprometidos com as suas responsabilidades políticas ao longo das últimas décadas, digladiam-se em torno dos fait-divers de que se vão lembrando, ao sabor da popularidade que anseiam granjear e das minudências que lhes garantem espaço nos medeia.

Uns e outros, como se estivessem combinados, optam por não discutir o futuro de Portugal, colocando os seus interesses imediatistas (temos eleições autárquicas este ano e possivelmente eleições legislativas se o governo não se aguentar)  à frente dos interesses de Portugal e dos Portugueses.

Os empréstimos que todos juntos assinaram para pagar as dívidas contraídas depois de quase 4 décadas de desgoverno com que nos brindaram, tiveram como duas consequências dramáticas que afectam o nosso quotidiano e que põem em causa a própria sobrevivência de Portugal: a primeira é a perda total e completa da Soberania Nacional, impedindo o País de gerir os seus recursos, de recriar a sua legislação ou sequer de decidir o rumo que quer tomar para resolver os problemas com os quais se debate. A segunda, resultante da primeira, é a impossibilidade (porque não interessa aos nossos credores) de pagar o que devemos – porque eles fizeram o País viver acima das suas possibilidades –facto que eterniza a dependência completa em que nos encontramos e impede Portugal de aspirar a uma solução condigna que garanta futuro aos Portugueses.

Sem esperança, vão-se atacando tudo e todos os que ainda tê algo de seu, pois mais do que se justiça ou de respeito, o regime em vivemos pugna somente por cumprir os compromissos que assumiu. De forma submissa perdemos os salários, a empregabilidade, as poupanças, o património e o nosso tecido empresarial. De forma submissa condenamo-nos cada vez mais a um futuro de dependência crónica que nos põe à mercê dos interesses e das necessidades estrangeiras.

Por fim, como se já não bastasse o ataque terrível a nossa soberania política e económica, o Governo (com o aval e anuência da oposição) optou por concretizar a perda da nossa soberania estratégica, ou seja, por penhorar de imediato todas as áreas de actividades das quais depende a própria sobrevivência do País e dos Portugueses.

Das águas à electricidade, às estradas, à aviação, à agricultura ou à pescas, tudo está à venda em Portugal. Passo a passo, vendidas a quem mais der independentemente disso nos colocar à mercê de interesses terceiros, vamos precisar da autorização dos Chineses, dos Brasileiros ou dos Alemães para beber um copo de água ou para acender a luz…

Porque o intuito deles – só pode ser este o seu intuito! – é matar Portugal.


Mas nós não vamos deixar...

quinta-feira

Matar Portugal




Diz-se que contra factos não existem argumentos… mas isso não é verdade no Portugal em que hoje vivemos. Contrariando os factos, são muitos aqueles eu esgrimem argumentos falaciosos que, enganando os Portugueses, vão prolongando a agonia deste regime político e permitindo a gestão dos muitos interesses mesquinhos e particulares que deles dependem.

Os factos são infelizmente muito graves. À conta dos sucessivos abusos perpetrados pelos partidos políticos que governaram Portugal ao longo dos últimos 39 anos, misturados com uma dose inexplicável de laxismo, desinteresse, incúria e, sobretudo, desonestidade, os sucessivos governos foram incapazes de colocar os interesses de Portugal e dos Portugueses à frente dos seus interesses particulares e das necessidades eleitorais que reiteradamente foram constrangendo as suas decisões.

Evitando medidas que sabiam que colocariam em causa a sua popularidade, e por extensão a possibilidade de o seu partido ser eleito futuramente, os partidos políticos optaram pelo facilitismo da popularidade, governando Portugal ao sabor das campanhas eleitorais e do foguetório que infelizmente já todos conhecemos.

Por outro lado, fechando-se sobre si próprios, os partidos recriaram as suas elites em torno da subserviência dos seus militantes. Afastando os elementos críticos e todos aqueles que questionavam as orientações das suas presidências, foram nivelando por baixo e pela mediocridade, a qualidade dos seus quadros. As juventudes partidárias, espécie de cadinho que forma estas gentes, são o melhor espelho desta triste situação, enchendo o funcionalismo público, os quadros do Estado e Portugal inteiro com as nomeações, com as promoções e os tachos que ganham baixando a cabeça e seguindo alegremente o rebanho em que se integram.

Por fim, agravando ainda mais a situação, junta-se a este quadro as figuras sinistras daqueles que aceitam as regras do jogo para o desvirtuarem a seu favor, colocando-se a jeito para sacaram do Estado e daqueles que dele precisam, a riqueza de que depois alarvicamente se vangloriam a vida inteira…

Os factos são estes e a realidade é dura. Portugal está refém desta gente e dos muitos interesses que eles representam. Nesta altura, sem soberania, pois eles a entregaram como penhor e garantia dos muitos empréstimos que contraíram em nosso nome para proveito seu e dos seus, Portugal corre o sério risco de soçobrar para sempre.

Tal como dizia recentemente o ex-líder centrista Freitas do Amaral, atravessamos hoje uma crise tão grave como aquela que afectou Portugal em 1383-85 ou quando em 1580 perdemos a nossa autonomia para Espanha.

Mas nessa altura, ao contrário do que acontece hoje, existiam Portugueses disponíveis para dar a vida por Portugal.

segunda-feira

Espigão Hard! Uma Aventura Nocturna SerCascais...



Um trajecto muito duro, decalcado dos antigos caminhos romanos que cruzavam Cascais, foi a marca principal de mais um passeio pedestre nocturno organizado pelo Movimento SerCascais. Da Praia do Guincho até ao Espigão das Ruivas, atravessando as estórias de uma História Mítica que deu forma ao Cascais que hoje conhecemos, as dezenas de corajosos caminhantes que ousaram dedicar a noite e Sábado à exploração deste recanto extraordinário  tiveram a oportunidade de explorar um dos locais com mais potencial turístico de todo o Concelho. O Espigão das Ruivas, numa noite repleta de estrelas, assume um encanto especial que não deixa imune nenhum daqueles que o conhece.  O sopro do vento, sussurrando ao ouvido de cada explorador, parece dizer-lhe que “Vale a pena SerCascais”!...