segunda-feira

Prémio Internacional de Excelência Académica para a ALA - Academia de Letras e Artes





O Governo de Espanha, por intermédio do Ministério del Interior, galardoou a ALA – Academia de Letras e Artes com sede no Monte Estoril, Cascais, com o Prémio Internacional de Excelência Académica.

O galardão, que pretende distinguir “as pessoas e/ou instituições que contribuam para a criação e consolidação de padrões de desenvolvimento cultural e da identidade dos povos”, foi atribuído ao longo dos últimos anos “en campos das artes, ciências, letras, humanidades, ciências experimentales” às maiores e mais conceituadas universidades, institutos e academias do Mundo.

Para António de Sousa Lara, Presidente da ALA – Academia de Letras e Artes, este prémio representa “o reconhecimento mundial do papel que a nossa academia tem vindo a desempenhar na promoção da cultura Portuguesa e da Identidade Nacional”. Segundo o Presidente da Academia, “a atribuição desta galardão à ALA é também um tributo ao carácter ecuménico, abrangente, aberto e humanista que sempre tem caracterizado a intervenção de Portugal no Mundo e, desta forma, o assumir de que o nosso País, contrariamente ao que por vezes se ouve dizer, possui uma importância fulcral na definição dos paradigmas culturais que hão-de dar forma à nova Europa”.

A ALA – Academia de Letras e Artes, é uma instituição de carácter particular e sem fins lucrativos com sede no Monte Estoril (Concelho de Cascais), que tem como objectivos estatutários o estudo, desenvolvimento e promoção da cultura Portuguesa.


sexta-feira

Serão de Poesia da Academia de Letras e Artes





Decorreu ontem, na sede da ALA – Academia de Letras e Artes, no Monte Estoril, o primeiro “Serão de Poesia” com a marca de Cascais, organizado e coordenado pela académica e escritora Celeste Cortez e apresentado pelo académico António Pinto Ferreira.

Neste importante evento cultural, que reuniu em Cascais várias dezenas de participantes numa noite de tertúlia pejada de emoção, foram apresentados poemas de Fernando Pessoa, Fernando Tavares Rodrigues, José Régio, Jorge de Sena, Camilo Pessanha, Fernanda de Castro, Rui de Noronha, Jorge Rebelo, Manuel Alegre, Alda Lara e Noémia de Sousa.

Os declamadores e dizedores de poesia, que encantaram os muitos participantes com as brilhantes e sentidas apresentações de alguns dos mais emblemáticos poetas de língua Portuguesa foram Celeste Cortez, Joaquim Evónio, Julião Bernardes, Jorge Viegas, Elsa de Noronha, Delmar Maia Gonçalves e Vera Novo Fornelos.








quinta-feira

Requalificação da Escola Nº1 de Cascais





A Escola Nº1 de Cascais, estabelecimento do ensino básico integrado na rede pública, conta desde ontem com sanitários completamente renovados. A obra, promovida pela Associação de Pais e que contou com o apoio da Câmara Municipal de Cascais e da Junta de Freguesia, veio trazer melhor condições educativas a um espaço essencial para a renovação pedagógica do município.

Depois de vários anos de impasse, e perante uma situação de avançado estado de degradação, a renovação dos sanitários representou o primeiro passo do vasto projecto de trabalho que a Associação de Pais pretende implementar ao longo dos próximos anos. Para além deste equipamento, falta agora a colocação dos muito esperados e já prometidos bebedouros, bem como uma intervenção de fundo no edifício do refeitório.

Parecendo obra pequena, a intervenção ontem inaugurada representa um importante contributo para dotar esta escola das condições mínimas de higiene e salubridade que são essenciais para a salvaguarda do percurso educativo dos mais de 200 alunos que a frequentam.

Essencial para o cumprimento deste desiderato, foi também o apoio de duas empresas privadas, a Cerâmicas Valadares e a Molly Maid Portugal que conjugaram esforços com a Associação de Pais para garantirem a qualidade final da intervenção.

A abertura oficial que ontem decorreu, contou com a presença dos pais, alunos, direcção da escola, professores e colaboradores para além de entidades oficiais.










terça-feira

Cascais Activo – Viva 30: Novos Trilhos Pedestres nos Parques Municipais





Numa iniciativa que pretende marcar de forma permanente os diversos percursos e trilhos existentes nos muitos parques municipais, a Câmara Municipal de Cascais vai lançar o programa “Cascais Activo – Viva 30” que fomentará a actividade física no território e, simultaneamente, o usufruto das infra-estruturas e espaços verdes Cascalenses.

O lançamento do projecto vai acontecer ao longo deste ano em vários espaços verdes municipais através da realização de iniciativas de marcha que incluem aulas de aquecimento e alongamento e serão complementadas com uma animação de jogos tradicionais e alguns rastreios (índice de massa gorda e massa corporal).

A primeira marcha vai decorrer no Parque Marechal Carmona, em Cascais, no dia 22 de Maio; depois acontecerá no Parque da Alagoa, em Carcavelos, a 19 de Junho; no Bosque do Alto dos Gaios a 10 de Julho; no Parque de Outeiro de Polima a 2 de Outubro; o no Parque das Penhas da Marmeleira a 23 de Outubro. Todas estas iniciativas começam às 10h00 e terminam às 13h00.

Uma forma excelente de usufruir do que de melhor existe em Cascais!


O Beato Karol Wojtyla (1920-2005)





Seis anos depois da sua morte, depois de um processo inesperadamente célere, foi beatificado pela Igreja Romana Karol Wojtyla, mais conhecido por ter sido Papa com o nome de João Paulo II.

As razões que presidiram e que permitiram a rapidez do processo, prendem-se sobretudo com o grande peso público do antigo chefe da Igreja e, sobretudo, com o elo profundo de saudade que deixou na comunidade Católica em todo o Mundo. De facto, quer na sua vida anónima e comum de padre quer depois enquanto Papa João Paulo II, Karol Wojtyla viveu sempre de acordo com o lema que marcou em definitivo a sua existência e pontificado. Uma entrega total a Deus, desenvolvida sempre em estrita observação do Amor pelo próximo e com a particularidade de manter na esfera do privado a devoção muito marcante que sentia, aproximou-o de sobremaneira das pessoas que o rodeavam e também daqueles que o conheciam através dos media.

Os milagres que fundaram a decisão da beatificação, comprovados de forma inquestionável pelas instâncias própria são, no entanto, somente um dos pontos a reter em relação à homenagem que esta cerimónia representou.

Karol Wojtyla, nascido em 1920 e falecido em Roma em 2005, foi alguém que atravessou o Mundo numa época de mudança profunda. Talvez a época na qual as alterações a todos os níveis mais implicações tiveram no dia-a-dia das comunidades.

Mas, num laivo que somente a força da Fé pode explicar, conseguiu ele próprio recriar o Mundo onde viveu, contrariando tantas vezes a força inexorável de uma natureza humana mais preocupada com o Ter do que com o Ser, deixando marcas que transcendem o próprio movimento da mudança e que recentraram a vida do Homem nos parâmetros e nos caminhos que o conduzirão a Deus.

O apelo ao diálogo ecuménico e os actos de convicto arrependimento em relação a erros e omissões cometidos pela Igreja ao longo da História, bem como as visitas a países situados nas antípodas do seu Mundo, ou a capacidade de entender, discutir e apoiar causas e princípios que teoricamente lhe eram alheias, assumindo a sua posição de pai espiritual da Cristandade e, por extensão, da própria humanidade, conseguiram transcender o Mundo transcendente em que ele próprio viveu, e reformular a dinâmica de relacionamento entre os povos, as Nações e as religiões, recriando uma nova base de diálogo e entendimento que refundasse a humanidade.

Os milagres que tem feito, e que agora vão sendo conhecidos por todos os fiéis, são fundamentais no entendimento da sua santidade mas, o que verdadeiramente importa, agora que se inicia o processo obrigatoriamente lento, longo e controverso de canonização de alguém que está ainda presente no quotidiano de milhões de pessoas, é o milagre que representa a sua capacidade de mudar o Mundo e as coisas, mesmo numa época em que seria fácil descansar à sombra da velocidade estonteante que determina o devir da História.

sábado

Via Sacra Pascal na Paróquia de Nossa Senhora da Assunção em Cascais





Foram várias centenas os fiéis de Cascais que na noite de Sexta-feira Santa acompanharam a Via Sacra Organizada pela Paróquia de Cascais, pelos Escuteiros e pelos diversos Movimentos da Igreja.

Num exercício de grande profundidade simbólica e em moldes que há já muitos anos não se viam em Cascais, os paroquianos aderiram de uma forma extraordinária ao apelo do Padre Nuno Coelho, Prior de Cascais, dando mote a um momento de grande e fecunda partilha de Fé através das ruas da Vila.

Preparando desta forma o Domingo de Páscoa, e adivinhando desde logo a plenitude da Ressurreição de Jesus Cristo, Cascais deu uma vez mais provas da importância que a Igreja e os diversos movimentos paroquiais que dela dependem têm no fomento de uma vida onde os valores humanistas e Cristãos assumem um papel preponderante no dia-a-dia da comunidade.






sexta-feira

Luís Athouguia Representa Portugal em Albacete





O pintor Luís Athouguia, membro da Direcção da ALA – Academia de Letras e Artes, vai representar Portugal na conceituada exposição “A Que Chamamos Paz”, que se realizará no Museu de Albacete em Espanha.

Esta importante mostra, organizada pelo Grupo Internacional de Artistas Colectivo Cillero, pretende inter-relacionar diversas disciplinas artísticas representadas por criadores de nacionalidades distintas à volta do conceito da arte e no âmbito da Paz. Representa plasticamente um conceito pelo qual se concretiza uma realidade comum, próxima de todos e cada um dos artistas, com a convicção de que as suas acções criadoras proporcionam uma reflexão sobre o tema que se manifesta nas suas obras.

O Colectivo Cillero, conta com 12 anos de actividade artística. É formado actualmente por artistas de Espanha, Holanda, Itália, Alemanha, Portugal, Croácia e França. Os seus membros, além de cidadãos residentes na Europa, identificam-se plenamente com o que este continente representou e representa no terreno da cultura e da arte para todo o mundo. Realizaram recentemente exposições em Madrid, Toledo e Hellin, Espanha, em Baignes, França, na Covilhã e Sintra, em Portugal, em Bad Neustadt, Alemanha, e manifestam-se agora em Albacete e terminarão o ano com uma exposição na prestigiada Fundação FRAX em Alicante.

Assumindo-se como uma comunidade de valores, o Colectivo Cillero apela à prática da tolerância, da participação e da solidariedade. Frente aos argumentos do poder e das armas para impor a paz, consideram que a responsabilidade do comportamento de cada cidadão como indivíduo livre e soberano capacitado para desenvolver o seu próprio critério, dentro do respeito pela sociedade, e entendem que o verdadeiro projecto de construção da paz não pode sustentar-se sem a assumpção pessoal de valores, o que não é socialmente possível sem uma cultura e uma educação cimentada na solidariedade para construir relações de utilidade e justiça entre os cidadãos.

Ao representar Portugal neste certame, Luís Athouguia transporta consigo os valores primordiais da Portugalidade, reforçando o papel que o nosso País pode e deve representar na recriação de uma Europa baseada naqueles que são os princípios essenciais de respeito pela diferença e de apelo à liberdade.



quinta-feira

Câmara Municipal de Cascais Suspendeu Plano de Pormenor do Hotel Miramar no Monte Estoril





Numa iniciativa inédita na vida política Cascalense dos últimos anos, o Presidente da Câmara Municipal de Cascais, Carlos Carreiras, anunciou a suspensão do Plano de Pormenor para o Hotel Miramar, no Monte Estoril, de forma a ouvir os moradores do local e a integrar as suas opiniões no projecto de recuperação a realizar naquele espaço.

Com esta decisão a Câmara Municipal de Cascais contribui para a preservação da Identidade Municipal, valorizando a participação cívica e fomentando a verdadeira representatividade democrática.

Em termos práticos, os Monte Estorilenses pretendem a reconstrução do centenário hotel que ardeu durante o Verão de 1975, mantendo as principais linhas orientadoras da sua identidade e preservando uma volumetria e dimensão que seja adequada ao espaço em questão e à vocação turística de qualidade que todos desejam para o Concelho de Cascais.

A suspensão deste Plano de Pormenor da autoria de Gonçalo Byrne, também autor dos muitos constatados edifício Estoril-Sol e Plano de Pormenor da Cava do Viriato, em Viseu, vem garantir a requalificação do núcleo histórico do Monte Estoril e, a médio prazo, valorizará também o investimento que o promotor efectuou naquele imóvel através do up-grade urbanístico que se verificará no local.

Em declarações à Antena 1 e em resposta à conferência promovida pela Associação de Moradores do Monte Estoril (AMME), o edil Carlos Carreiras refere que está convencido que será possível encontrar uma solução que garanta a recuperação urbanística da envolvência em sintonia com a vontade expressa pelos moradores.

Bem esteve a Associação da Moradores do Monte Estoril, pela forma sentida e fundamentada como lidou com o problema, mas também o novo Presidente da Câmara Municipal de Cascais que, com esta sua decisão histórica, vem criar espaço para que se desenvolvam projectos que salvaguardem as memórias de Cascais e a qualidade de vida das futuras gerações de Cascalenses.

quarta-feira

Associação de Moradores Quer Salvar o Monte Estoril e o Antigo Hotel Miramar





O Movimento S.O.S. Monte Estoril, pela voz dos responsáveis pela Associação de Moradores do Monte Estoril (AMME), foi ontem oficialmente apresentado à comunicação social e tornou público um abaixo-assinado dirigido à Câmara Municipal de Cascais, à Assembleia Municipal de Cascais e à Sociedade Estoril-Sol, solicitando à autarquia o arquivamento do “Plano de Pormenor para a Reestruturação Urbanística do Terreno do Hotel Miramar”, mandado elaborar por aquela sociedade, e entretanto já com o parecer positivo da Câmara Municipal de Cascais; o qual, a ser executado irá destruir definitivamente o Monte Estoril.

Este Movimento de contestação, do qual faz parte igualmente o Cidadania CSC, entre outros movimentos e associações, conta já com a adesão de muitos cidadãos preocupados com o que poderá efectivamente acontecer no coração do Monte Estoril, nomeadamente Marcelo Rebelo de Sousa (1º subscritor do abaixo-assinado), Raquel Henriques da Silva (2º), André Gonçalves Pereira (3º), Carlos Pimenta (4º), Eugénio Sequeira (5º), Daniel Proença de Carvalho (6º), Rita Ferro (7º), João Carlos Espada (8º), Isabel Magalhães (9º), Pedro Feist (10º), Filipe Soares Franco (11º), Alípio Dias (12º), Manuel Pinto Barbosa (13º) entre muitos outros.

Para cumprir cabalmente este seu desiderato, a AMME apela à participação de todos neste abaixo-assinado que será essencial para a recolha dos apoios necessários à revisão deste inquietante projecto: http://www.gopetition.com/petition/43663.html

Vítor Adrião e os Mistérios Portugueses da Rota de Santiago





No próximo dia 5 de Maio, pelas 18 horas, a Editora Dinalivro em parceria com a Associação Portuguesa dos Amigos dos Castelos irá realizar na Sede desta Entidade a apresentação pública do livro Santiago de Compostela (Mistérios da Rota Portuguesa), de Vitor Manuel Adrião. Será um momento raro em que se falará de Portugalidade Espiritual e Tradição Hermética entrecruzadas nos fascínios e nos mistérios do caminho português para Santiago de Compostela, “espinha dorsal” da Espiritualidade Portuguesa que contagiou a restante continental.

Os caminhos da peregrinação a Santiago de Compostela foram a base principal da evolução social europeia pela interrelação espiritual, cultural e política das multivariadas culturas que neles se encontravam e acordavam peregrinar para o fim comum: o abraço da devoção ao Apóstolo de Cristo sobre o seu túmulo na capital da Galiza, acalentada pelas estrelas da estrada de Santiago.

De todos o mais antigo é o caminho português, onde aconteceu a lenda dourada de São Tiago Maior e sob a sua pessoa foi fundada a Igreja cristã com primaz em Braga, donde irradiou para toda a Península Ibérica. Os factos históricos, os acontecimentos maravilhosos, as lendas e cantigas do peregrino, os símbolos da peregrinação, o seu significado espiritual, muito hermético para poucos, só religioso para muitos, ambas as coisas para alguns, os lugares do caminho, os seus ícones e monumentos, são alguns dos tópicos abordados neste livro a apresentar exclusivamente dedicado aos mistérios da aparição, expansão e celebração da rota santiaguista portuguesa.

Itinerário religioso e cultural o caminho de Santiago de Compostela, onde não é feita distinção de raças, credos e não credos, em 1987 foi reconhecido pelo Conselho da Europa como “o primeiro itinerário cultural europeu”, cuja fama de tolerância e aceitação universal já corria pela Europa e o mundo no século XIII.

sexta-feira

ALA - Academia de Letras e Artes Inaugura VII Exposição Colectiva de Pintura







António Lara, Bernardino Gonçalves Moreira, Cristina Paiva Raposo, Dário Vidal, Fernando de Sousa Brito, Filipa Alberti, Filipa Pinto Basto, Luís Athouguia, Marcello de Moraes, Maria Raquel Henriques, Nela Vicente, Rolendis Solá Albuquerque, Teresa Capucho e Conde de Guedes são os artistas que participaram na VII Exposição Colectiva da ALA – Academia de Letras e Artes ontem inaugurada no Monte Estoril.

A mostra, assente numa abordagem eclética mas sentida aos principais valores estéticos que dão forma à Portugalidade, representa uma abordagem alternativa às linhas mestras que da cultura Portuguesa da actualidade.

Aberta ao público todos os dias das 15h00 às 18h00, a exposição estará patente até final deste mês de Abril, na Avenida da Castelhana, nº 13, no Monte Estoril.





terça-feira

A Portugalidade e o Interesse da Nação





Assumindo que o interesse da Nação não se esgota na democracia, e que o momento histórico verdadeiramente alvitrante em que vivemos exige uma postura determinada e determinante de todos os Portugueses para pôr fim ao estado de profunda e gravíssima crise em que vive o País, o Presidente da ALA – Professor António de Sousa Lara – abriu o ano académico apelando a todos os responsáveis pela academia para ultrapassarem o estado de neutralidade artificial e desinteressante a que se têm devotado os principais agentes culturais nacionais.

Enquanto Presidente da ALA, apela ao combate pela Portugalidade, sabendo de antemão que é importantíssimo pugnar pelos valores, princípios e memórias que são a essência do nosso País. Lutar contra os liquidadores da Pátria, ou seja, aqueles que pelos interesses que defendem acabam por deixar os interesses de Portugal e dos Portugueses para segundo plano é, para Sousa Lara, uma obrigação imperativa que resulta desta situação inédita em que nos encontramos. É preciso, através de acções concretas e projectos assentes nesses valores, que os agentes culturais condenem essas malfeitorias que têm vindo paulatinamente a aniquilar Portugal.

A ditadura das maiorias que vão ganhando eleições em momentos determinados da existência do País não pode, de acordo com o Presidente da ALA, sobrepor-se aos interesses reais da Nação. Esses, perenes e solidamente estruturados em muitos séculos de História, devem ser intocáveis.

O desafio da academia, juntando todos aqueles que amam Portugal, é desenterrar a Portugalidade. É redescobri-la e torná-la moderna. É, com isso, recuperar a Pátria. Sousa Lara explica que quando a Pátria é espezinhada como agora acontece, a Nação acorda, reage e revolta-se. Como nos mostra a História, e independentemente das vicissitudes conjunturais e eleitoralísticas, depois destes períodos de sofrimento e dor, a Nação renasce das cinzas…

Porque é fundamental garantir um futuro para Portugal.

Vídeo com a versão integral do discurso do Professor Doutor António de Sousa Lara em: http://youtu.be/RfCAAG_NpUc

Nesta cerimónia de abertura solene do ano académico de 2011/2012, tomaram posse como novos académicos da ALA – Academia de Letras e Artes: Aida de Sousa Dias, Bernardino Gonçalves Moreira, Matilde de Sousa Franco, Rodrigo Faria de Castro, Fernando de Sá Monteiro, Hermínio da Cunha Marques, Manuel Van Hoff Ribeiro e Nuno Borrego.





domingo

Novos Académicos da ALA - Academia de Letras e Artes Tomam Posse





Foi com a casa cheia e uma plateia repleta de gente ligada às artes e às letras que a ALA empossou os seus novos académicos. Numa cerimónia onde o simbolismo assume especial relevância, fomentando a Identidade Nacional e promovendo os valores tradicionais da Portugalidade, tomaram posse, na classe de Artes, Aida de Sousa Dias, Bernardino Gonçalves Moreira, Rodrigo Faria de Castro; e na classe de Letras, Matilde de Sousa Franco, Fernando Manuel Moreira de Sá Monteiro, Hermínio da Cunha Marques, Manuel Van Hoof Ribeiro, Nuno Borrego, e João Carlos Ferreira do Couto Sevivas. Na oração de sapiência proferida pelo Presidente da ALA – António de Sousa Lara – foi o Estado da Nação, com a crise a todos os níveis que vivemos, que marcou a sessão. Apelando aos valores, princípios e à História de Portugal, Sousa Lara não hesitou ao pedir que os Portugueses tomem em mãos os destinos de Portugal.