domingo

O Milagre de Cascais - Passeio Pedestre Nocturno do Movimento SerCascais

 
 
 
 
Atravessando 2000 anos de História, o Movimento SerCascais realizou mais um dos seus já míticos passeios pedestres nocturnos através dos recantos mágicos e encantados de Cascais.
 
Guiado por João Aníbal Henriques, o "Milagre de Cascais" levou cerca de 90 participantes através das estórias que dão forma à História de Cascais, num percurso irrepetível desde Outeiro de Polima, passando por Freiria, Vale da Laje e Polima em direcção à capelinha de Nossa Senhora da Conceição da Abóboda.
 
O percurso, centrado no autêntico milagre precioso que é a existência de Cascais, foi assumidamente uma viagem no tempo, através das figuras e das lendas que consolidaram a Identidade de Cascais e a cidadania local ao longo dos últimos milénios.
 
Ficam as imagens que comprovam que vale a pena SerCascais!















terça-feira

SerCascais promove passeio pedestre "O Milagre de Cascais"

 
 
 
 
No próximo Sábado, dia 29 de Setembro, com início às 21h30 no Largo de Outeiro de Polima (São Domingos de Rana) o Movimento SerCascais vai organizar mais um dos seus já míticos passeios pedestres através dos encantos maravilhosos e inesquecíveis deste NOSSO extraordinário Município de Cascais.

Será mais um dos segredos bem escondidos de Cascais que vamos revelar!

Ali, no meio das pedras vivas que guardam mais de 2000 anos de História e que preenchem o horizonte com mais uma paisagem extraordinária que Cascais precisa avidamente de recuperar, está guardada uma das estórias mais sentidas da nossa História milenar… Sagrado, profano e herético simultaneamente, “O Milagre de Cascais” entronca nos cultos e rituais antigo a Nossa Senhora da Conceição, mas precede-a em milénios e ainda hoje não deixa indiferente quem tem a sorte de a poder conhecer e visitar.

Num passeio pedestre guiado por João Aníbal Henriques, conheça aquele que é um dos mais antigos segredos de Cascais e deslumbre-se com um passeio nocturno que marcará a sua memória para a eternidade… e que vai alterar, de forma radical, a forma como conhece, percebe e entende este NOSSO Concelho de Cascais!

A participação é gratuita e está aberta a todos os vossos familiares e amigos. Basta que nos enviem um email para o info@sercascais.pt ou que nos contactem através do Facebook e nos digam quantos vão connosco neste noite tão especial.

Porque vale a pena SerCascais!

quinta-feira

Morreu Ermelinda Freitas (1931-2012)

 
 

  
Morreu ontem, aos 81 anos, Ermelinda Freitas, um dos nomes mais importantes da História do Vinho em Portugal e grande imulsionadora da região vinícola da Península de Setúbal.
 
Ermelinda Freitas, em conjunto com a filha Leonor, deu forma à "Casa Ermelinda Freitas" que resultou de uma antiga exploração vinícola cuja história que recua a 1920. Nessa altura pela mãos de Deonilde Freitas, mais tarde continuada por Germana Freitas, a esta casa aposta desde logo na qualidade das vinhas e dos vinhos, que inicialmente eram produzidos e vendidos a granel sem marca própria.
 
Foi com a actual gestão que se deu a grande mudança de se criar marcas próprias. Assim, em 1997, iniciou-se um novo ciclo com o “Terras do Pó” tinto, primeiro vinho produzido e engarrafado pela Casa Ermelinda Freitas.
 
Mais recentemente, em 2005,  recebeu o conceituado prémio de melhor tinto do mundo no concurso Vinailes Internacionales com o vinho monocasta "Syrah 2005".
 
Ermelinda Freitas, com o apoio da sua filha, deixou um legado de grande qualidade e reconhecido mérito, com repercussões ao nível da promoção internacional de Portugal, assumindo para si a responsabilidade de ter contribuído de forma extraordinária para a qualificação vinícola da região do Sado.

 


domingo

Manifestação por Portugal em Cascais (15 de Setembro de 2012)

 


Cascais fez ouvir a sua voz.

Numa iniciativa inédita que juntou no centro da Vila perto de duas centenas de Cascalenses, ouviram-se protestos contra a presença da troika, contra a austeridade, contra o governo e, sobretudo, contra os partidos políticos que, sem excepção, são um dos grandes obstáculos que impedem a concretização da democracia.

Para os manifestantes, que se reuniram em Cascais pela primeira vez desde o PREC, o ponto de ordem esteve na "autêntica bandalheira que se instalou no País desde o 25 de Abril", explicando que o mito criado entre a instalação de um regime democrático e a proliferação dos partidos políticos era uma utopia que devia ser desmascarada. Cascais gritou bem alto que exige democracia e, sobretudo, que exige que um novo rumo, um novo caminho e um novo paradigma para Portugal. Num regime assente na representatividade dos Portugueses e nos valores básicos da honestidade, rigor, transparência e respeito por Portugal.

Nesta manifestação única, na qual não participaram partidos políticos nem organizações sindicais, o mote foi colocado em Portugal, assumindo redobrada importância numa altura em que já se viu que terá de ser diferente o rumo a seguir pelo País num futuro próximo que se deseja que assuma o seu legado na formação de um novo ensejo para Portugal.












 


quarta-feira

Relíquias de Dom Bosco Estiveram no Externato de Nossa Senhora da Assunção em Cascais



No âmbito da comemoração do bicentenário do nascimento de São João Bosco, fundador da Congregação Salesiana, as relíquias de Dom Bosco estiveram no Concelho de Cascais.

Numa visita profundamente marcante para os alunos, professores e pais das escolas Salesianas do Concelho de Cascais, as relíquias estiveram no Colégio Salesiano do Estoril, no Externato de Nossa Senhora da Assunção, no Externato de Nossa Senhora do Rosário e também na Casa de Maria Auxiliadora no Monte Estoril.

A recepção aos restos mortais de Dom Bosco, preparada a rigor por uma comunidade salesiana dinâmica e muito empenhada, assumiu redobrada importância numa altura em que a sociedade Portuguesa atravessa uma crise profunda e exige uma nova postura e uma nova maneira de enfrentar os desafios que o Mundo vai trazendo.

O exemplo de Dom Bosco, que há quase um século e meio deu origem à Comunidade Salesiana que hoje se encontra bem espalhada pelo Mundo, foi o mote que deu forma à visita, sublinhando-se a simplicidade da sua vida e o exemplo de entrega total e absoluta àqueles que mais necessitam.

Impactante, marcante e em muitos casos, profundamente emocionante, a chegada das relíquias de São João Bosco ao Externato de Nossa Senhora da Assunção, em Cascais, foi certamente um dos momentos mais importantes no percurso educativo das muitas crianças e jovens que actualmente ali preparam a sua vida sob a tutela do exemplo de vida de Dom Bosco.

Porque vale a pena sublinhar a actualidade desta mensagem...



terça-feira

Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes em Cascais


As memórias que ficam da Procissão de Nossa Senhora dos Navegantes em Cascais neste ano de 2012. Foi um marco essencial na memória dos homens do mar e renova anualmente a sua Fé na intervenção de Nossa Senhora nas lides marítimas de Cascais.


segunda-feira

As Grutas Pré-Históricas de Alapraia (Estoril - Cascais)



É confrangedor o estado de desmazelo em que se encontram as Grutas Pré-Históricas da Alapraia, no Concelho de Cascais…

Classificadas como Imóvel de Interesse Publicado desde 1945, através do Decreto n.º 34 452, DG, I Série, n.º 59, de 20-03-1945, as Grutas de Alapraia, também conhecidas como Necrópole Eneolítica da Alapraia (Estoril), foram descobertas no princípio do Século XX por Francisco Paula e Oliveira que a identificou. Mais tarde, realizando escavações arqueológicas que permitiram encontrar mais três grutas repletas de espólio, Afonso do Paço e Eugénio Jalhay conseguiram determinar a origem eneolítica daquele espaço de enterramento, cuja importância era reforçada pela utilização prolongada no tempo, por diversas civilizações e ao longo de várias eras.

Escavadas no calcário natural da região, as deposições da Necrópole de Alapraia situam-se cronologicamente na transição do quarto par o terceiro milénio a.C., no período caracterizado por aquilo a que se chama a ‘Revolução dos Produtos Secundários’, e apresentam características tipológicas que permitem inseri-las nas grutas arificiais de tipo coelheira. Possuem uma câmara de deposição redonda, fechada no topo por grandes lajes de pedra, e um corredor de acesso em forma de toca de coelho.

No que diz respeito ao espólio, é de sublinhar o elevado número de vestígios cerâmicos de tipologia campaniforme, que deixa antever a utilização continuada da necrópole por povos diferentes daqueles que as construíram originalmente, mas sobretudo o conjunto de artefactos votivos de calcário.

As sandálias de calcário, que só apresentam paralelo em Almeria (Espanha) juntam-se aos cilindros também calcários e às placas votivas em xisto, bem características do megalitismo Português.



A importância deste monumento, que apresenta um potencial turístico e cultural de inegável valor está, no entanto, em profundo desacordo com o estado de lastimoso abandono e incúria em que o mesmo se encontra actualmente.

Depois de ter sido abandonado o projecto de musealização imaginado e defendido pelo saudoso arqueólogo João Cabral, e de o espaço ter voltado a ficar envolvido em lixo, carros estacionados e degradação generalizada, a autarquia de Cascais decidiu encerrar as grutas enchendo-as de gravilha de forma a evitar que fossem utilizadas como depósito de entulho.

Esta decisão, obviamente em desacordo com as mais elementares normas de manutenção e preservação do património histórico, impede agora que as mesmas sejam visitas e que o seu potencial cultural possa vir (como já aconteceu noutros tempos) ajudar a consolidar a vocação turística de Cascais e dos Estoris.












quarta-feira

O Vale Encantado da Ribeira das Vinhas em Cascais



 
Numa iniciativa inédita, o Movimento SerCascais organizou no passado Domingo mais uma das suas visitas aos recantos encantados de Cascais. Acompanhado de cerca de três dezenas de Cascalenses, que seguiram de perto as explicações da líder do Movimento SerCascais, o grupo redescobriu mais um dos segredos bem guardados desta terra tão especial.

Num trajecto curto mas muito impactante, Isabel Magalhães mostrou a impressiva paisagem que acompanha o Vale da Ribeira das Vinhas, desde o Mercado de Cascais até à Ribeira das Vinhas, explicando detalhadamente os muitos pormenores do projecto de requalificação enviado atempadamente à Autarquia.





Assente no pressuposto que a intervenção a realizar na Ribeira das Vinhas deve assumir um carácter minimalista, reduzindo ao mínimo o investimento público e rentabilizando os muitos equipamentos que ali subsistem, o projecto do Movimento SerCascais passa pela recuperação do antigo caminho pedonal, integrando-o no património edificado que ali existe, nomeadamente as azenhas, os moinhos e as estruturas agrícolas; pela criação de uma rede de hortas urbanas para serem entregues à população mais idosa das redondezas; pelo fomento do uso turístico e cultural associado ao complexo das Grutas de Alvide; e pela recriação de vários trajectos pedonais, associados à participação das escolas, associações juvenis e grupos de escuteiros que assegurem um reforço da segurança e da mobilidade ao longo daquele espaço.

Numa segunda fase, integrando neste projecto os espaços associados ao Parque Urbano das Penhas da Marmeleira, o Vale do Zangão em Murches e a Quinta do Pisão, a recuperação do Vale da Ribeira das Vinhas integrará ainda um acesso directo de Cascais ao Parque Natural e à Serra de Sintra, nomeadamente através da gestão dos acessos que ligam a Vila à Barragem do Rio da Mula.

Concretizando o projecto assinado pelo Movimento SerCascais o Parque Natural vai entrar directamente na Vila de Cascais!










sexta-feira

Morreu José Hermano Saraiva (1919-2012)




Depois de 92 anos de uma vida plena e produtiva, faleceu hoje durante a manhã, na sua casa de Setúbal, o investigador, romancista, historiador, jurista, diplomata e, sobretudo, comunicador, José Hermano Saraiva.

Nascido em Leiria no dia 3 de Outubro de 1919, José Hermano Saraiva iniciou a sua vida pública como político. Deputado à Assembleia Nacional, Procurador à Câmara Corporativa e mais tarde Ministro da Educação, tornou-se Embaixador de Portugal no Brasil entre 1972 e 1974, assumindo com grande empenho a representação do País junto daquela potência estrangeira.

Das muitas estórias que serviam de enquadramento à sua História de Portugal, sublinhava permanentemente as muitas experiências extraordinárias que viveu durante esse período dedicado à diplomacia e, sobretudo, a forma como ultrapassava as vicissitudes e dificuldades associadas à falta de meios ao seu dispor para cumprir a sua missão. Dessa época, o Professor Hermano Saraiva lembrava sempre a ocasião em que transformou o Navio Gil Eanes, ancorado ao largo do Rio de Janeiro, numa espécie de Embaixada flutuante, para resolver o problema que lhe suscitavam as precárias instalações que Portugal possuía nessa cidade.

Depois de 1974, José Hermano Saraiva dedicou-se à comunicação, tendo assumido a autoria e a apresentação de vários programas na televisão que, tendo popularizado a sua veia historiográfica, lhe granjearam o reconhecimento unânime por parte da população.

Comunicador nato, conseguia transmitir com uma alegria e um entusiasmo incomuns os vários factos e episódios que haviam constrangido a História de Portugal.

Também desse período, são os muitos livros que escreveu e publicou, com especial ensejo para a "História Concisa de Portugal" que conheceu um número perfeitamente anormal de edições em linha com a importância que ele teve na divulgação da nossa Identidade e, por conseguinte, na consolidação da Nacionalidade Portuguesa.

Foi ainda um dos mais proeminentes e ilustres académicos da ALA - Academia de Letras e Artes, fazendo parte da generalidade das academias, institutos e associações culturais Portuguesas.

O desaparecimento de José Hermano Saraiva representa uma perda inestimável para Portugal e para os Portugueses, sendo assumidamente insubstituível na forma como foi capaz de conjugar os seus ideais e interesses pessoais, com os interesses maiores de Portugal e dos Portugueses.






quarta-feira

A Villa Romana de Freiria e as Tristes Memórias Históricas de Cascais




Classificada como Imóvel de Interesse Público desde o dia 19 de Junho de 1997, através da Resolução do Conselho de Ministros nº 96/1997, a Villa Romana de Freiria  é uma das mais preciosas peças do património histórico Cascalense.

Situada entre as povoações de Polima e Outeiro de Polima, na Freguesia de São Domingos de Rana, a Villa Romana de Freiria é um dos mais emblemáticos exemplares deste tipo de ocupação em todo o Mundo Romano.

Datada dos Iºs e IIºs Séculos da Era Comum, Freiria teve ocupação comprovada pelo menos desde o Calcolítico, visíveis as peças do Período Campaniforme e, sobretudo, da Idade do Bronze que ali foram encontradas. A existência de um povoado amuralhado numa dessas épocas, atestado por diversos achados avulso, aponta para uma ocupação intensiva e de grande continuidade, facto que determina a qualidade extrema dos objectos cerâmicos ali encontrados. De acordo com os arqueólogos responsáveis pelo estudo do povoado, Guilherme Cardoso e José d’Encarnação, a qualidade dessas peças denuncia uma ligação comercial aos centros onde elas eram produzidas: “Salienta-se a excelente qualidade das peças estudadas, demonstrando-se que nos encontramos perante uma população que está, efectivamente, em contacto com os melhores centros produtores de determinados objectos, mormente no que concerne aos objectos de adorno encontrados (fecho de cinturão, fíbulas, contas de colar...)”.

Já no período de ocupação romana, a Villa terá pertencido a T(itus) Curiatius Rufinus, tendo em conta a inscrição patente na sua lápide funerária dedicada à divindade pré-romana Tribunnis.

A principal peça deste período, um quadrante solar datável dos primeiros séculos da Era Cristã, complementa o enquadramento facultado pela existência de um celeiro que, a todos os níveis, só encontra paralelo num outro situado na Cidade Espanhola de Cáceres e que se encontra associado a um moinho. Para além destes, existe ainda uma domus de características excepcionais, composta por um Peristilo e Impluvium circundado de "espelhos de água" e o envolvente corredor provido de colunas. De salientar são ainda os pavimentos em mosaicos policromos que revestiam algumas da habitações e que, mercê do estado geral de abandono e incúria em que se encontra o monumento, estão agora espalhados por todo o recinto.

Na parte rural, e para além do celeiro e do moinho, existem ainda vestígios de um antigo cemitério, com área própria para incineração dos cadáveres, um complexo de termas, com banhos quentes e frios, um lagar e um forno de cozer pão. Para além disto, foi ainda encontrado um enorme conjunto de telhas que os arqueólogos consideram ter feito parte de uma estrutura coberta que ligaria as diversas partes que compõem a Villa Romana.

Nos dias que correm, e em que Cascais necessita avidamente de se afirmar no contexto de uma Europa ávida de memórias, é particularmente preocupante assistir de forma impávida à degradação galopante que tomou conta deste monumento. Em primeiro lugar porque sendo um Imóvel de Interesse Público, reconhecido pelo Estado e classificado oficialmente, deveria ser alvo de medidas concretas de protecção que salvaguardassem o seu valor e a sua importância para o conhecimento da História e da Identidade deste recanto de Portugal. Depois porque, num Concelho como o de Cascais em que a vocação é o turismo de qualidade, o potencial desta estação arqueológica se perde por completo pelo estado generalizado de evidente desconsideração a que foi votado pela Autarquia.

O desinteresse pela cultura, pela História e pelas memórias, agrava-se em Freiria pelo desrespeito que tal situação representa perante o trabalho dos arqueólogos que escavaram e estudaram este monumento, e principalmente pela dedicação de Guilherme Cardoso, que ali literalmente deixaram o seu suor, trabalho, dedicação e empenho em prol da recuperação da memória da nossa terra.

É uma pena que existam outros interesses, bem visíveis em Freiria e nos bairros clandestinos que legalmente vão envolvendo o monumento, que se vão sobrepondo aos interesses de Cascais e dos Cascalenses…






segunda-feira

Pedro Rocha dos Santos Eleito Presidente da GMIC





Pedro Rocha dos Santos, profissional de turismo e Director do Centro de Congressos do Estoril, foi eleito por unanimidade como Presidente do Capítulo Ibérico do GMIC – Green Meeting Industry Council, a primeira instituição global dedicada à indústria do turismo e dos eventos sustentados.

Neste acto, que reconhece o valor pessoal e profissional de Pedro Rocha dos Santos enquanto mentor e promotor de uma nova consciência ao nível daquela que é uma das áreas de actividade mais pujantes no Mundo actual, é também um prémio que recebe o Estoril enquanto destino sustentável de excelência, em linha com o trabalho que o novo Presidente e a sua equipa do Centro de Congressos do Estoril têm vindo a desenvolver.

Numa altura em que tantos e tão grandes desafios se colocam a Portugal e à Europa, é com entusiasmo que saudamos o Pedro Rocha dos Santos por este reconhecimento internacional e, sobretudo, pela sua coragem, determinação e empenho na defesa de um futuro para o Turismo do Estoril.

É desta forma, através da promoção de qualidade, que se dá continuidade do projecto Estoril e, em termos Nacionais, se criam as bases para que o País se possa reafirmar neste Planeta globalizado em que vivemos.

Ribeira das Vinhas - Uma Preciosidade Extraordinária de Cascais






Cascais tem potencialidades extraordinárias que poucos conhecem mas que são essenciais para garantirmos um futuro sustentado para esta nossa terra tão especial. O Vale da Ribeira das Vinhas, que é um braço do Parque Natural que entra dentro da Vila de Cascais, é uma dessas zonas excepcionais e que, com um impacto paisagistico, ambiental patrimonial, educativo e estrutural imenso, importa desde já conhecer e potenciar.

Quando em 1995 a Fundação Cascais propôs a criação de um eco-corredor utilizando o antigo caminho rural que dá serventia à ribeira, já tinha como preocupação a criação de uma zona de descompressão verde para a Vila e, sobretudo, a possibilidade de o fazer com um esforço financeiro mínimo para o erário público. Hoje, quando atravessamos esta crise tremenda que nos foi imposta pelos partidos, redobra de importância esta nossa proposta.

É urgente que o Vale da Ribeira das Vinhas, ligado a montante à Ribeira dos Marmeleiros e ao Rio da Mula, seja imediatamente intervencionado e colocado ao serviço da qualidade de vida dos Cascalenses. É um dos mais impactantes recantos de Cascais e, acima de tudo, é um reduto de qualidade de vida que não podemos dar-nos ao luxo de não aproveitar.